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    Em 1992, o mundo da música levou um belo sacode: surgia o álbum autointitulado do Rage Against The Machine, banda californiana que bradava furiosamente contra o capitalismo e o imperialismo estadunidense.

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    Elvis Presley sempre foi associado à rebeldia e à sedução. Atribuir à sua imagem uma pegada mais “evil” adicionou uma nova percepção ao mito do Rei.

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    A obra de Jorge Ben (acrescido de “Jor”) é uma rica mistura de Bossa Nova, Samba, Jazz e Funk, acrescida de letras não óbvias e muita malandragem.

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    Quando um artista transcende os ofícios de músico, compositor, escritor e cronista da vida, passando a fazer parte da cultura como um todo, há sérios indícios de que estamos diante de um gênio. 

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    Depois do surgimento do grupo Electric Wizard em meados da década de 90, o mundo da música pesada se tornou mais denso e assustador. Os riffs do metal nunca mais foram os mesmos. EW conseguiu assimilar os ensinamentos de mestres doom como Black Sabbath, Saint Vitus e Witchfinder General e transformá-los em algo maior, mais lamacento e mais pesado.

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    Lemmy Kilmister é uma entidade viva do rock e do metal. Aliás, ele ajudou a fundamentar os conceitos desses estilos musicais. Seu currículo inclui as viagens espaciais do Hawkwind e a criação do gigante Motörhead.

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    A importância da banda inglesa Cathedral para a consolidação do doom metal - e inclusive do stoner rock - é incomensurável. Tudo começou no final dos anos 80, quando o vocalista Lee Dorrian abandonou a banda Napalm Death para formar o Cathedral. Dorrian queria fazer um som para homenagear seus heróis dos anos 60 e 70, entre eles o Black Sabbath.

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    Guitarra de metal, batidão cadenciado, vocal de rap, tudo isso envolto por uma linha pomposa de teclado. Piano explodindo, peixe agonizando fora d’água. Mesmo existindo desde 1981, foi com o clipe de Epic, música integrante do álbum The Real Thing, de 1989, que o Faith No More ganhou fama internacional. A essa altura, o grupo foi associado ao então novo...

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    Contrastes. A singeleza do nascimento e a rebeldia do rock. Angelicais bebezinhos-caveira, estilo Dia de Los Muertos.  Mãozinhas fazendo os chifres do metal dentro do útero. Nada de quarto azul para os meninos e quarto rosa para as meninas. Aqui o papo é sobre marca de nascença, aquela atestada pelos genes.

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    Em meio à horda de bandas grunge surgidas no início dos 90’s, o Soundgarden de Chris Cornell e companhia era um bicho estranho. Apesar de boa parte de seus contemporâneos venerarem o proto-punk praticado por The Stooges e MC5, a banda trazia em seus genes o blues rock + high-pitched vocals do Led Zeppelin e os riffs lamacentos do Black Sabbath.

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    Alice in Chains, assim como o Soundgarden, tinha no DNA o heavy metal e o hard rock praticado nas décadas de 70 e 80, mas diferenciava-se de seus conterrâneos em alguns aspectos-chave, como a adoção dos andamentos lentos e soturnos do doom metal e a voz rasgada e ultra-emocional de Layne Staley. Reza a lenda que a famosa potência vocal de Stailey nunca...

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    Michael Amott (ex-Carcass e atual Arch Enemy) resolveu, no início dos anos 90, dar vazão à sua veia 70’s hard rock e montar uma banda que mantivesse o espírito dos mestres Black Sabbath, Deep Purple, Uriah Heep e Mountain, entre outros. Dessa mistura surgiu o Spiritual Beggars.

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Qual é a moral da Munaya?

No final das contas, somos mais uma marca que se inspira na cultura pop mundial? Sim. A diferença está no ponto de vista. Falamos de guitarras plugadas e futebol, mas também de harmonia com o meio ambiente. Ao invés do hype, preferimos a relevância. Sem crises, tudo com muita leveza, discernimento e alegria. Afinal, a vida é interessante, e a beleza/feiura não está nas coisas, e sim nos olhos de quem as vê.
Pode ter certeza: as pessoas afinadas com a Munaya carregam coisas boas na cabeça.