O natal, apesar de ainda ser o maior fenômeno de vendas no calendário mercadológico anual, está obsoleto, sem graça e desatualizado há muito tempo. Para falar a verdade, nem acreditamos no natal como algo além de uma data para se vender muito. Acreditamos sim em consumo consciente e em praticar os valores implícitos no natal em cada pequena ação do dia a dia.
Mas somos uma empresa que vive de vender seus produtos. Não podemos ignorar a expressividade comercial do natal. Então resolvemos entrar no jogo como uma alternativa criativa, barata e de qualidade pra quem ainda não sabe o que comprar.
A brincadeira fuciona assim:
TODAS AS CAMISETAS E BABY LOOKS: 30,00 cada.
NA COMPRA DE 2 OU MAIS PEÇAS: 25,00 cada.
Envie um email para munaya@munaya.com.br para receber o estoque disponível.
IMPORTANTE: A PROMOÇÃO É VÁLIDA SOMENTE PARA AS PEÇAS EM ESTOQUE, ENTÃO, A PROMOÇÃO DURA ATÉ ZERAR O ESTOQUE.
Tom: inclinação pra Guitar Hero, no mundo real e no virtual
Leva jeito, né? Irmandade Munaya Mirim!
Admito que curto muito postar fotos de integrantes mirins da Irmandade Munaya. Afinal, eles são o nosso futuro. E representantes como esse te enchem de esperanças… hehehehehehe!
Só pra aumentar o imenso orgulho dos pais, o guri ainda tira notas boas na escola! Agora, convenhamos: uma figura dessas só poderia vestir Munaya, né? E, pra não deixar dúvidas sobre sua procedência, dentre todas as camisetas da coleção, ele veste a do Darth Iommi! Creio que um belo futuro o espera… \m/
Humor chapado. Essa é a especialidade da gurizada doHermes e Renato, da MTV. Muita cara de pau, aliada a humor ácido e chapação. Muita chapação.
Aqui eles tiram onda com os padres multimídia de gosto duvidoso que parecem dar cria a cada dia que passa. Quase enfartei de tanto rir. Simplesmente absurdo. Impagável. Bom, assistam…
Ainda não assisti, mas admito que fiquei espantado com a qualidade da produção. O Besouro, forte candidato a maior bilheteria do cinema brasileiro em 2009, parece provar que nem só de diálogos “cabeça”, conflitos existenciais e “comédias classe média” vive nosso cinema. Também temos a manha de produzir um grande filme de ação e aventura, de nível internacional. Admito que não acreditava nisso…
O filme retrata a história de Manoel Henrique Pereira, nascido nos primeiros anos pós escravatura na Bahia. Maior lenda da nossa capoeira, o Besouro Mangangá, como era conhecido, tornou-se símbolo da resistência negra contra a opressão racista. E é isso que eu curti na intenção do filme: uma baita aventura estrelada por um herói capoeirista, 100% brasileiro. A dinâmica das cenas de ação é totalmente Matrix e O Tigre e o Dragão, mas o personagem é negro, vive na Bahia e tem o corpo fechado por Exus.
Se o filme como um todo vale a pena, só vou saber depois que assistir. Mas tenho certeza de que, pelo menos, estamos diante de uma aventura muito bem produzida… e brasileira.
Aqui vai o blog do filme, onde rolam várias informações, inclusive o desempenho nas bilheterias nos primeiros dias de exibição. Etambém o trailer. Foi com ele que fiquei bem curioso.
A intenção musical do grupo é homenagear o funk jazz fusion praticado no início dos 70’s. Logo nas primeiras audições vem à cabeça nomes como Billy Cobham e Return to Forever, expoentes da música instrumental praticada nessa época de ouro. Verdadeiro prato cheio para apreciadores de música bem tocada, livre das regras do mundo pop. Uma reunião de bons músicos a fim de mostrar serviço. E o Chad Smith, cada vez mais, justifica o porque de ser considerado um dos mais importantes bateristas do rock atual. E vem se mantendo relevante há mais de duas décadas.
Puro Hard Rock! Fernando Miguens, ilustre membro da Irmandade Munaya e guitarrista da finada Marlboro’s World, banda que inspirou a criação da nossa camiseta, bateu um papo com o lendário Kip Winger (ex-membro da banda de apoio de Alice Cooper e vocalista, baixista e líder da Winger, grande sucesso do pop metal dos 80’s), em sua passagem por Porto Alegre - RS. E lá estava a nossa shirt… onde tem rock, tem Munaya!
Para definir a magnitude do Black Bonzo, vou me apropriar do slogan do Poeira Zine, do brother
Bento Araújo: “o melhor da música do melhor dos tempos”. Sim. Com o recente álbum Operations Manual: The Guillotine Model Drama, os bons tempos estão de volta. Mais precisamente, o bom rock feito no início dos 70’s.
O Black Bonzo faz parte do meu top 5 das bandas atuais. Estes suecos (de novo eles!) simplesmente acertam em cheio TODOS os pré-requisitos necessários para agradar um apreciador do rock dinossáurico: a medida certa de prog, guitarras lindas e de muito bom gosto, vocal melódico afinado, timbragens vintage perfeitas, riqueza de teclados, senso de melodias pop apurado… enfim, TUDO do melhor está aqui.
Este é mais um daqueles álbuns capazes de enganar ouvidos despreparadados. Experimente mostrar para alguém, dizendo que é da década de 70. Aposto que muitos vão cair…
2009 foi um ano rico em lançamentos de mestres do retro rock. Tivemos ainda Smakar Söndag, do Abramis Brama, e Different Realities, do Siena Root (mais 2 integrantes do meu top 5). Mas ouso dizer que este Guillotine… é o melhor deles.
Já disse isso, e repito: para fãs radicais dos dinossauros, que não conseguem gostar da produção atual, seja pelas timbragens ou pelas intenções musicais, esse é um belo álbum para se mudar de opinião. Assim como os outros 2 recém citados. Eles são capazes de reestabelecer a fé no rock atual. E isso, definitivamente, não é pouca coisa…
Assista a 9 curtas do Festival do Rio 2009 e conheça um pouco mais da produção independente, em um formato que prima pela criatividade e liberdade dos diretores. Os curtas costumam evitar clichês cinematográficos, e por isso são fascinantes pela inventividade. E o festival se propõe a apresentar a nata dessa produção.
The Resistance como o primeiro álbum do Muse a ter a cara do Muse. Ou seja, flertes com o progressivo, climas apoteóticos, guitarras grandiosas, presença constante da influência do Queen (cada vez maior), inclinação para o rock de arena, adicionados a uma sensibilidade pop invejável. Ou seja, o Muse quer fazer música grandiosa. De lotar estádios. E eles sabem como poucos fazer isso.
Admito que, apesar de fã inveterado da banda, comecei a me incomodar um pouco com a influência de música eletrônica e dos sintetizadores tipo 80’s, que se manifestou firmemente no álbum anterior, Black Holes and Revelations, de 2006. Para mim, o melhor do Muse (até agora) foi feito em Orygin of Symmetry (2001) e Absolution (2003). Mas, ao mesmo tempo que essa “modernização” do som me desgrada um pouco, tu ouve em Black Holes a perfeita, grandiosa e irretocável Knights of Cydonia. Pronto. Minhas críticas caem por terra. O selo de qualidade do Muse está lá, e é muito forte.
Assim também é The Resistance. Tem pop descarado e influência de Depeche Mode, mas com MUITA qualidade. E as partes rock estão muito rock. Matthew Bellamy continua roubando a cena, com seus vocais potentes e assutadoramente emotivos. E sua guitarra está cada vez mais Brian May (olha o Queen de novo!). A bateria de Dominic Howard está cada vez mais tribal, apesar de seus recursos serem vastos. E Chris Wostenholme segue firme como um excelente baixista e backing vocal, fazendo a cama perfeita para Bellamy.
Esse é o Muse atual: uma máquina de criar hinos. Essa é a ideia que temos ao ouvir o álbum. Tudo tem potencial para hino. Música de estádio lotado. Mais “moderninho”, sim, mas ainda irretocável. E The Resistance vai ficando melhor a cada audição…
Esse é o clipe de Uprising, primeira música de trabalho.
Estampa vencedora, retratando o Logan, cachorro do MC Esoteric
Jeferson Fernandes, designer da Mutations ArtWork, que fez nossa coleção stoner e a anterior, venceu um concurso internacional de design, promovido pelo MC Esoteric, figura de respeito no rap underground americano. A ideia do cara foi divertida: promover um concurso entre designers de todo o mundo, para ver quem criava a estampa de camiseta mais legal a partir de uma foto de seu cachorro, o
Logan.
Bom, não é puxar a brasa pro nosso lado, mas tive a oportunidade de ver os trabalhos de alguns concorrentes do Jeferson, e posso dizer com convicção que foi até covardia! Meu irmãozinho atropelou todos. E o Esoteric enlouqueceu com a arte! Tanto que já rolaram papos sobre futuras parcerias…
Estou muito feliz com essa vitória da Mutatiosn ArtWork! Isso só enaltece a qualidade do trabalho do Jeferson. O Brasil está ficando pouco para ele…
Aproveito para, em primeira mão, divulgar que nossa nova coleção verão 2009/2010 também está nas mãos santas do Jeferson. Imaginem o que vem por aí…